Devemos pisar com o médio pé?

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São muitos os fatores que favorecem as lesões, e uma das principais maneiras de prevenção é ter uma boa técnica de corrida.

É claro que existe a individualidade, mas há também uma forma de correr que pode auxiliar na economia de energia, melhora no desempenho e prevenção de lesão. Ela é bem evidente em atletas de alto desempenho. Me refiro a forma de pisar.

A maioria das pessoas aterrissa o pé tocando primeiro o calcanhar no solo mas, essa de pisar causa uma sobrecarga muito grande em articulações, principalmente nos joelhos. E uma das principais maneiras de minimizar essa sobrecarga é aterrissando com o meio do pé (médio pé).

Comecei a treinar essa técnica no final do ano passado (fazendo educativos) e tenho percebido MUITAS melhoras tanto no ganho do desempenho como na prevenção de lesão.

Fiz esse vídeo no longão de 36 km no último sábado.

Eu filmava boa parte dos meus treinos para verificar se eu estava pisando “certo”.

Coloquei o vídeo em câmera lenta para facilitar a percepção da aterrissagem.

Além de exercícios educativos, um tênis adequado ajudará bastante na melhora da técnica. Tênis com drop de até 6mm são ideais para auxiliar tanto quem está começando como quem já domina.

No vídeo eu estava com o Skechers GoMEB Speed 3 que tem drop de 4 mm. 🙂

Datas anunciadas para inscrição da maratona de Boston de 2017

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Foto: fansided.com

As datas para inscrição da maratona de Boston de 2017 foram anunciadas. Assim como nos Anos anteriores, a prioridade será para aqueles que tem os tempos mais rápidos.

Abaixo segue a lista resumida das datas:

— 12 de setembro: abrirá para quem tem 20 minutos ou mais abaixo do índice para se registrar.

— 14 de setembro: abrirá para quem tem 10 minutos ou mais abaixo do índice para se registrar.

— 16 de setembro: abrirá para quem tem 5 minutos ou mais abaixo do índice para se registrar.

— 17 de setembro: Às 22 horas serão encerrada as inscrições.

— 19 de setembro: Todos que tem o índice poderá se registrar, caso ainda tenha vaga disponível. As inscrições ficarão abertas até às 17 horas do dia 21 de setembro.

— 26 de setembro: se ainda tiver vagas disponíveis, as inscrições serão abertas para todos os qualificados. A prioridade será por ordem de inscrição, ou seja, quem se inscrever primeiro garantirá a vaga.

Em 2016, os corredores que tinham o tempo de 02:28 mais rápido do que o tempo da sua faixa conseguiu a vaga. Em 2015, os corredores que tinham o tempo de 01:02 mais rápido foi quem conseguiu.

O valor da inscrição será de $185 (dólares) para os corredores dos EUA e $250 (dólares) para os corredores internacionais.

A maratona de Boston de 2017 será realizada em 17 de abril.

Fonte: http://www.baa.org/news-and-press/news-listing/2016/july/baa-announces-2017-boston-marathon-registration-dates.aspx

É possível correr uma maratona sem carboidrato praticando low carb?

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Quem me acompanha no Instagram (@andreburgos) sabe que pratico uma alimentação low carb high fat, ou seja, pouco carboidrato e muita gordura. Diariamente compartilho minhas refeições e fotos de treinos e provas. Quando as pessoas percebem que corro longas distâncias, quase não consumo carboidrato e como gordura sem medo logo me enchem de perguntas. É claro. Há décadas aprendemos que nosso corpo precisa de carboidrato e precisamos evitar o consumo de gordura. Mas vocês já pesquisaram o que a ciência diz sobre isso? Ou alguém lembra como nossa espécie (o ser humano) evoluiu por mais de 2,5 milhões de anos?

Bem, por mais de 2,5 milhões de anos, o ser humano viveu da caça e coleta. Coletava legumes, folhas, vegetais frutas da estação e comia carne de caça. Na época do paleolítico, não existia a abundância de comida que temos hoje, então é claro que não se comia três vezes ao dia, muito menos a cada três horas. Após dias sem comer, nossos antepassados saíam para caçar e se não tivessem energia para tal, certamente nossa espécie estaria extinta. Concorda? E quando caçavam, a carne gorda era a mais consumida e a magra se dava aos cães. E por que dizem que a gordura faz mal?

Bem, na ciência não existe evidência sobre isso. É verdade. As pesquisas que existem mostram que quem consome gordura tem uma melhor saúde, por exemplo. E todas as pesquisas comparando uma alimentação de baixa gordura versus baixo carboidrato mostram que é muito mais saudável restringir o carboidrato e não a gordura. Já falei um pouco sobre isso aqui => Paleo, low carb e evidências.

Mas para praticarmos atividade física a gente não precisa comer carboidrato? Bem, se isso fosse verdade a gente não existiria hoje. Nossos antepassados tinham uma alimentação com baixo carboidrato, chegavam a passar dias sem se alimentar, mas ainda tinham energia para caçar, fugir de predadores ou apenas andar, já que eram nômades. Eles não eram nenhum pouco sedentários.

Descobri a paleo/low carb em outubro de 2015, pesquisei bastante e, em dezembro, decidi tentar. Minha adaptação foi muito rápida. Em janeiro deste ano, corri a maratona da Disney com pouquísismo carboidrato e me senti ótimo. Em março, corri uma ultramaratona de 50 km com pouquíssimo carboidrato e me senti muito bem, principalmente na recuperação pós-prova. Foi incrível. Em abril, corri uma maratona também com pouco carboidrado e mais uma vez me senti muito bem.

Minha prova alvo em 2016 era a Maratona de Porto Alegre. Tinha o objetivo de conquistar o índice para a maratona de Boston e, para isso, precisava terminar a prova abaixo de 3h10min.

Durante meses continuei com a alimentação low carb high fat e treinando regularmente. Cheguei a fazer treinos longos de 22 km e 28 km sem nenhum carboidrato, consumia apenas água e me sentia muito bem. Não tem segredo. Sem carboidrato nosso corpo utiliza a melhor fonte de energia que possuímos, a gordura.

Geralmente, na semana que antecede uma maratona os corredores consomem mais carboidrato. Hoje eu me pergunto: por que? Já li em algum lugar uma pesquisa mostrando que pessoas que consomem mais carboidratos do que estão acostumadas nos últimos dois dias que antecedem a prova têm uma queda na performance.

Bem… eu ainda estava um pouco inseguro de como seria a maratona pra mim. Não sabia se consumia algum tipo de carboidrato ou não. Decidi seguir o que estava acostumado. Afinal, não teria motivo pra fazer diferente. Minhas refeições continuaram deliciosas e low carb high fat.

No dia da maratona, consumi apenas ovos, queijo e café com óleo de coco no hotel e, minutos antes da prova, comi um pedaço de chocolate 70%.

Apesar de ter levado alguns sachês de mel, não senti necessidade de consumi-los. Me sentia ótimo no frio de quase 0ºC. Nenhum cansaço e bastante disposição.

Passou o km 10, 15, 20, 25 e o meu ritmo continuava forte e constante. E até ali eu só havia consumido um pouco de água apenas quando senti sede.

Perto do km 30 comecei a sentir um pouco de enjoo. Normal. Eu estava num ritmo forte há horas. Quando isso acontece, eu bebo água e logo passa. No km 30, avistei um ponto de hidratação. Quando me aproximei, percebi que na verdade era um ponto de isotônico. Lamentei, mas para evitar o enjoo eu precisava beber algo. Peguei um copo, dei um gole e descartei.

De lá até o final, peguei água em todos os pontos, dava um gole e descartava. Acho que passei por outro ponto de isotônico no km 37/38 e, novamente, peguei um copo, dei um gole e descartei. Esses dois goles foram as únicas coisas com carboidrato que consumi durante as 3:04:42 que precisei para fazer o meu melhor tempo em maratonas e conquistar o índice para a maratona de Boston.

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Terminai bem. Cansado, claro. Me sentia bem, sem fome alguma, mas ainda com sede. Bebi água e chá, afinal o frio estava enorme. 🙂

Ao final da prova, percebi que nosso corpo é incrível! Inteligente o suficiente para usar nossa reserva de energia (gordura) enquanto for preciso e houver estoque suficiente. Nosso corpo não seria tão burro para usar apenas o glicogênio e deixar nossos músculos fracos quando precisamos de energia. Ele fará isso apenas se o ensinarmos a fazê-lo. E o mundo vem ensinando isso há poucas décadas, mesmo sabendo que evoluímos milhões de anos de outra maneira.

Agora entendo um pouco mais meu corpo. Após correr uma maratona com quase zero carboidrato e me sentir ótimo durante toda a prova, deveria fazer outra pergunta: por que dizem que precisamos consumir carboidrato para correr uma maratona?

Abaixo mostro como foram minhas refeições antes da maratona:

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Um cafezinho sem adoçar + um quadradinho (cerca de 1/5) de chocolate 70% no aeroporto de Guarulhos-SP. Três dias antes da prova.
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Almoço no aeroporto de Guarulhos. Três dias antes da prova
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Jantar no Ossip. Uma deliciosa salada. Três dias antes da prova.

 

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Café da manhã. Café puro + ovos + queijo prato + queijo branco + presunto. Dois dias antes da prova.
Almoço 2 dias antes da prova. Salada + verduras + legumes + queijo ralado + azeite  + carne.
Almoço dois dias antes da prova: salada + verduras + legumes + queijo ralado + azeite + carne.

 

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Jantar dois dias antes da prova: sopa de cebola + azeite + pimenta + café puro sem adoçar.
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Café da manhã na véspera da prova: ovos + queijo muçarela + queijo branco + cream cheese + café com nata.
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Almoço na véspera da prova: uma taça de vinho tinto + picanha + legumes + azeite.
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Jantar na véspera da rova: alface + tomate + cenoura + brocolis + rúcula + ovos de codorna + palmito + frango frito + azeite.

No dia da prova, consumi algo parecido aos outros cafés da manhã: ovos mexidos com queijo e café com óleo de coco.

A prova foi excelente. Fiz meu melhor tempo (3:04:42) e ainda consegui o índice para a mais tradicional maratona do mundo, a de Boston.

🙂

33ª Maratona Internacional de Porto Alegre

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Os termômetros marcavam aproximadamente 0ºC e a sensação térmica era negativa.

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Assim foi dada a largada da 33ª Maratona internacional de Porto Alegre, a minha sétima maratona sendo a terceira consecutiva em terras gaúchas.

De longe essa foi a prova mais emocionante que participei. A Maratona da Disney foi inesquecível, incrível, linda e impressionante. Mas a de POA teve um sabor especial. 🙂

Quem me acompanha sabe que uma das minhas estratégias para me manter motivado é traçar objetivos. No final do ano passado, após correr a ultramaratona de 100 km do frio decidi tentar o índice para correr a maior e mais antiga maratona do mundo, a de Boston. Para se inscrever é preciso obter o índice, e para a minha faixa etária eu precisava fazer uma maratona abaixo de 3h10. Um desafio e tanto.

Treinei durante meses para isso. Minha primeira tentativa foi na Disney. Lá quebrei e terminei com 3h20. A minha segunda e última tentativa seria em Porto Alegre. Algumas semanas antes comecei a acompanhar o clima da cidade e vi que o final de semana da prova seria o mais frio do ano. Fiquei apreensivo. Correr no frio é bom, mas o frio excessivo é bastante prejudicial.

Não sabia como seria a prova, só tinha certeza de uma coisa: a diversão estava garantida.

De qualquer forma eu já tinha treinado, estava confiante em pelo menos repetir o mesmo tempo do no passado que foi 3:08:40. A estratégia não estava bem definida, mas a confiança era grande. A única certeza que tinha em relação aos trajes que usaria na prova era que correria com o Skechers Ultra Road, o resto estava indefinido.

Lula (Acorja), Eu, André Siegle e Picarelli
Lula (Acorja), Eu, André Siegle e Picarelli
Eu e Picarelli
Eu e Picarelli

O percurso tinha sofrido alterações, mas pelas dicas do André Siegle e Picarelli, as mudanças foram pra melhor. Fiquei mais tranquilo.

Marcelo Gurgel, Eu, Lula, Ítalo Simões
Marcelo Gurgel, Eu, Lula, Ítalo Simões
Eu e Paulo Picanha
Eu e Paulo Picanha

Chegamos no local da largada de 5h50. Frio de tremer o queixo. Logo procurei um lugar mais quente e aguardamos o momento que daria início a prova.

7 horas em ponto foi dada a largada. O calor humano era enorme. A adrenalina estava nas alturas. E lá fui eu, em busca do índice. O frio e o congestionamento atrapalhou um pouco no começo. Antes de completar o segundo quilometro eu tropecei, caí, me arranhei e pensei: “PQP!”. Mas não parei. Me levantei e segui com o joelho sangrando, as mãos ardendo (chegou a rasgar as luvas) e alguns pequenos incômodos no corpo.

Logo fui aquecendo e vez ou outra alguém me cumprimentava e mandava mensagem de incentivo. Bacana demais!

Queria completar a primeira metade com um pace médio entre 4’20” e 4’22”. Quando passei pelo pórtico da meia eu estava com 4’19″de pace médio geral até o momento. Fiquei feliz porque eu estava me sentido muito bem, apesar da queda.

Fui mantendo o ritmo, mas a segunda metade da prova foi um pouco mais dura. O novo percurso passou pelo centro da cidade que é mais arborizada, então fez mais frio. Além de ter um ou dois viadutos a mais e algumas curvas bem fechadas que quebram um pouco o ritmo. Mesmo assim segui firme.

Até o quilometro 29 vinha consumindo apenas água e me senti ótimo. Foi quando comecei sentir um pouco de enjoo pelo forte ritmo que vinha e eu não tinha pego água no ponto anterior. Quando sinto enjoo, basta beber água que tudo melhora, foi quando avistei um ponto de hidratação. Quando me aproximei vi que era um ponto de isotônico. Só peguei um copo pra beber algo, porque o corpo estava bem demais.

Logo chegou o km 35, 38, 40… Próximo ao gasômetro o frio era enorme. Muito vento e alguns cotovelos que quebraram um pouco o ritmo. Naquele momento, no km 40 o pace geral estava 4’20”, mas subiu para 4’21″quando cheguei no km 41. Mesmo assim eu estava feliz demais. Tinha certeza que a chegada seria repleta de emoção.

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No km 41 dava pra ouvir a música e o locutor anunciando os corredores chegando. Quando eu estava a poucos metros da chegada ouvi: “Vai, Papai!”. Era o gás que faltava.

Eu já estava emocionando e terminar a prova ouvido o incentivo da família foi incrível!

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Cruzei a linha de chegada com 3:04:42 de prova. Quase 4 minutos abaixo do meu melhor tempo e pouco mais de 5 minutos abaixo do índice da maratona de Boston.

Achei o percurso um pouco mais difícil que o do ano passado. Senti falta de uma feira para a entrega dos kits, assim como acontece em grandes provas mundo afora. A qualidade do kit foi mediana. A hidratação ao longo do percurso foi impecável. O pós-prova foi muito bacana. A única coisa que deixou bastante a desejar foi a cronometragem. O resultado saiu com muitos erros, comprometendo até a premiação.

Enfim. Completei minha sétima maratona. Conquistei o índice para a maratona de Boston, a maior maratona do mundo. Experimentei um frio de rachar. Me superei depois de uma queda. E encontrei a família lá na linha de chegada.

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Eu, Marcelo e Lula
Eu, Marcelo e Lula

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A esposa (Cynthia), Júlia (filha) e eu
A esposa (Cynthia), Júlia (filha) e eu
Turma de Pernambuco na tenda de Picarelli
Turma de Pernambuco na tenda de Picarelli

 

Perfeito! 🙂

Os agradecimentos vão especialmente para Picarelli e e André Siegle pela atenção e receptividade. Obrigado. 🙂

Garmin: https://connect.garmin.com/modern/activity/1212090415

Skechers GOrun 4 – Primeiras impressões

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Esse é o meu novo companheiro para muitos treinos e provas. Seu nome é GOrun 4, da Skechers. Fiz apenas dois treinos com ele, um de 8 km e outro de 12 km. Mas as primeiras impressões são as melhores.
Como os demais modelos da marca esse é mais um tênis de excelente qualidade, levíssimo, confortável, excelente respiração, drop de 4 mm e favorece uma pisada natural (midfoot strike).

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O primeiro treino foi apenas de 8 km, apesar de ter corrido 31 km na véspera e o corpo ainda estar cansado, treinei leve e por terreno misto. Comecei de 10h15 da manhã e os termômetros já marcavam 30º graus.

O percurso foi pelo bairro do Paiva até a praia de Itapuama. Passei por estrada, grama e pela areia da praia. É incrível como o GOrun nos passa segurança e estabilidade.

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O segundo treino foi um pouco diferente. O percurso foi um pouco maior, 12 km, passando pelo centro do Recife. Percurso que faço frequentemente e adoro. Ver o dia amanhecer lá no Marco Zero é motivante demais.

Pelo caminho encontramos algumas pequenas pontes que, além de nos proporcionar uma perspectiva bacana da paisagem, incrementam um pouquinho de elevação no treino.

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Esse foi mais um treino onde me surpreendi positivamente com o GOrun 4.

Vamos em frente. Ainda temos muito chão pra correr! 😉